Henry Farrow, oficial da infantaria, herdou título e fortuna do avô paterno tornando-se o quinto conde de Alweather. Libertino experiente, sem vínculos afetivos com a abastada família, de “sangue sujo” graças à veia paterna e pouco familiarizado a protocolos, era considerado um nobre impróprio, resistente às regras.
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Ethan McCain só voltaria a viver em paz quando derrotasse seus inimigos, em especial o novo vampiro, que não ocultava sua intenção de revelar o segredo dos imortais aos humanos. Não seria fácil, ele sabia, porém, tudo mais parecia levá-lo ao futuro que almejava.
Love is in the air 3: Madrid - Catia Mourão, Halice FRS, Helena Andrade e Rosa Daniella @LerEditorial
02/07/2018
“O terceiro volume da série “Love is in the air” apresenta quatro histórias tão arrebatadoras, que meu coração bateu acelerado durante essa viagem incrível pela Madrid do século XIX. Personagens encantadores e amores atemporais dignos de grandes romances de época.
Own tão lindinho meu casal bombástico aí um do ladinho do outro gente! É muito amor por esta série! Já falei muito dela né? Pois aguentem que comigo é assim mesmo, quando amo eu falo toda hora e se reclamar vou falar mais ainda 😜
Quando a vida perde o sentido, o amor pode ser a solução. Fred que aos 45 anos se afastou da profissão por motivos pessoais e Luca, mulher de 27 anos descarada e decidida, não sabiam, mas seus caminhos tinham de se cruzar.
Obcecado pela jovem jornalista Danielle Hall desde que a viu no Central Park, o vampiro Ethan McCain não mediu esforços até atraí-la. Em sua arrogância, acreditou que a descartaria depois de possuí-la. Para sua consternação, apaixonou-se antes mesmo de conquistá-la.
A melhor novela de época que já li até hoje! Sem exageros. Passei literalmente três dias grudada nestes dois livros sem conseguir fazer quase nada. São 1300 páginas de romance, drama, suspense, intrigas, cenas comoventes, revelações surpreendentes e de tirar o fôlego. Eu já mencionei aqui nas resenhas das outras obras da Halice o quanto eu sou fã dela, por isso, quando comecei esta leitura, eu tinha certeza que iria amar, principalmente por se tratar de um romance de época. Só não sabia que iria me surpreender tanto!
Qual a razão de ter vida eterna quando a existência é vazia?
Ethan McCain resolveu a questão retomando sua antiga profissão de advogado criminalista.
Convivendo entre os humanos, servindo-os e servindo-se deles, conseguia alguma diversão.
Boêmio, mimado e egoísta, o vampiro segue livre em sua farsa pelas ruas de Nova York.
McCain acreditava ter tudo, merecido ou desejado, até encontrar Danielle Hall no Central Park, sozinha e desprotegida.
Atraído por tão excitante odor ele a segue, decidido a conquistá-la, seduzi-la e descartá-la.
O que o vampiro não previa era que naquela mesma noite um inimigo o espreitava, disposto a destruí-lo, e que a frágil humana carregava o símbolo de sua derrota.
A partir daquele encontro Danielle virou sua obsessão, mas também seria sua perdição.
Joanne Reeves – decoradora por opção, formada em arquitetura – trabalhava em tempo integral no escritório de seu ex-marido, Gary Brooks. De poucos amigos, considerava Vanessa Brower a melhor. Com ela corria aos domingos no parque e frequentava baladas onde arriscava encontrar um novo amor. Porém, não acontecia.
Joanne era bonita, sim, mas nunca inspirava um segundo olhar.
Com sua conhecida “não-atração” era difícil acreditar que um homem misterioso visto pela primeira vez numa cafeteria de hospital estivesse interessado. O desconhecido sabia seu nome, sabia onde encontrá-la, possuía as mãos mais quentes que alguém poderia ter e desaparecia a um piscar de olhos. E, sim, era atraente, belo no sentido literal da palavra. Para alguém comum e sozinha seria fácil se apaixonar. Tudo o que Joanne queria era crer, entregar-se, e ser guardada para sempre.
Alex de Medeiros, cético quanto ao amor, não entende como uma pessoa se torna dependente de outra, afetivamente. Aos 39 anos é um solteiro convicto, ermitão por necessidade ocasional, vive numa casa afastada da civilização, onde não há eletricidade, água encanada, meios de comunicação nem veículos.
Maya Barreto, leitora aficionada, é uma romântica inveterada que não consegue imaginar a vida sem amor; mesmo os platônicos. Aos 26 anos decide investir num relacionamento e aceita passar suas férias visitando as cidades de Santa Catarina na companhia de William Reis, rapaz por quem é apaixonada secretamente há três anos. O que ela não contava era que William se envolvesse com uma desconhecida na primeira oportunidade.
Por obra do destino, os caminhos de Alex e Maya se cruzam, obrigando-os a conviverem sob o mesmo teto por três dias. Até que a separação ocorra, ambos terão de aprender a lidar um com o outro. Tarefa nada fácil, uma vez que a atração surgida entre eles se assemelha à dos cães e gatos.
Fachada, pois desde o início Alex a considera uma mulher atraente. Maya, por sua vez, ao reparar que sob a casca grossa do “ogro” existe um homem culto, atencioso e educado, sente os primeiros sinais do seu interesse.
Seria possível que estes opostos reconhecessem a atração e cedessem ao que ditava seus corações?
Teoria do Amor é um livro único, contêm tema adulto, toques de humor e drama leve.
Por sete anos, desde a morte de seu marido, Téo, Norah Mendes se manteve fechada para a vida. Para ela bastava ser a fotógrafa competente, a mãe, a tia considerada e aceita entre a velha turma dos filhos: Cássio e Eliza.
Alheia ao mundo à sua volta, jamais imaginaria que Caio Ressali, um dos rapazes que viu crescer, enxergasse a mulher. Incentivada a deixar o luto por sua assistente e amiga, Anita, Norah decide aprender a tocar violão.
Ao saber da novidade, Caio a convence a aceitar sua instrução e logo nas primeiras aulas demonstra os sentimentos que por anos ocultou. A princípio Norah quis acreditar ser somente impressão, mas com tantos sinais, confirma o interesse impróprio.
Era esperado que Norah encerrasse a loucura, mas como poderia se, ao ver em volta, sentiu seu coração e se descobriu atraída por um rapaz atencioso e tentador?
Parecia impossível, mesmo que Caio fosse alguém proibido.
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